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Os segredos dos agentes imobiliários de Nova Iorque a nu: assim se vendem casas no mercado mais selvagem

Quando procuras uma casa em Nova Iorque e um agente imobiliário te mostra umapartamento do tamanho de uma caixa de sapatos, o mais provável é que te diga “é uma grande oportunidade” e “muito espaçoso por este preço”. O certo é que muitas destas frases comerciais parecem ser tiradas de um manual.Porquê? É simples. As grandes empresas da cidade dos arranha-céus têm um livro de estilo que serve de doutrina aos seus empregados.

O diario britânico The Guardian teve acesso a um desses manuais. Estes são os segredos para vender casas no mercado imobiliário mais selvagem:

1 – “Não podes subir as escadas do êxito vestido como um fracassado”. O “dress code” é básico na hora de vender casas. Os comerciais imobiliários devem oferecer uma boa imagem. A falta de higiene, a roupa demasiado casual ou as nódoas na roupa deixam poucas oportunidades de fechar operações.

2 – “Esta é exactamente a casa que estavas à procura”. Numa grande cidade como Nova Iorque, muitos dos apartamentos para venda ou arrendamento não são precisamente a casa dos teus sonhos. Exagerar nas qualidades de uma casa é um erro.

3 – “Não te preocupes com o apartamento, preocupa-te em trazer o cliente ao nosso escritório”. A concorrência entre as várias agências é brutal e, por isso, o fundamental não é acertar à primeira como a casa que mostras a um cliente, mas convencê-lo a que te acompanhe ao escritório, onde lhe poderás mostrar todo o catálogo que a empresa tem em carteira.

4 – “Jamais mostres uma casa a um homem sem a sua mulher”. É uma perda de tempo os agentes imobiliários da grande maçã têm claro que a tomada de decisão é ua tarefa, no mínimo, conjunta, se não feita diretamente pela mulher.

5 – “Mostra apartamentos com um preço ligeiramente superior ao máximo que queira gastar o cliente”. Muito provavelmente poderá pagá-lo e a tua comissão será maior.

6 – “Por cada apartamento há entre cinco e 10 candidatos”. Além disso ser verdade, irá criar no cliente uma irremediável sensação de urgência para fechar o negócio.

7 – “Quase ninguém passa muito tempo em casa”. Se durante uma visita de um interessado se mostra preocupado com o tamanho do apartamento é uma frase perfeita.

8.- “Não te envolvas com o clientes até que tenhamos a casa arrendada ou vendida e cobrado a comissão”. Não é preciso explicar que isto é puro sentido comum: primeiro o negócio e depois o prazer.

fonte: Idealista
 

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Quase 48 mil casas vendidas até junho, mais 3% que há um ano

grafico estatistica kasusNos primeiros seis meses de 2014 foram transacionados cerca de 47,9 mil imóveis (urbanos, rústicos e mistos), mais 3% que no período homólogo. Só nosegundo trimestre do ano registaram-se aproximadamente 23,9 mil transações. Em causa estão dados revelados pelo Gabinete de Estudos da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP).

“[Estes números refletem a] retoma do setor imobiliário. O número de transaçõestem vindo a aumentar há quatro trimestres consecutivos, o que significa que se o ano civil fosse de 1 de junho de 2013 a 30 de junho de 2014, este seria o ano da confirmação da recuperação do setor imobiliário”, referiu, em comunicado, Luís Lima, presidente da APEMIP.

De acordo com o responsável, estes dados revelam um setor mais otimista, influenciado pelas dinâmicas do próprio mercado, entre as quais o investimento estrangeiro: “O grande motor para a retoma do mercado imobiliário português foi o investimento estrangeiro, estimulado por programas como a Autorização de Residência para Investimento (Vistos Gold) e pelo Regime Fiscal para Residentes Não Habituais, que contaminaram positivamente o mercado interno, devolvendo-lhe confiança, mas também pelo valor dos nossos ativos imobiliários que são seguros, credíveis e que registam uma tendência de valorização”.

As estimativas da APEMIP permitem concluir que, entre janeiro e junho deste ano, as áreas metropolitanas de Lisboa e Porto concentraram cerca de 14% das transações registadas no país, sendo que dos dez municípios mais relevantes em termos nacionais, sete não pertencem a estas duas unidades territoriais: Loulé, Leiria, Pombal, Viseu, Águeda, Barcelos e Vila Nova de Famalicão.

Em termos nacionais, cerca de 80 municípios terão conseguido assegurar a realização de mais de 200 transações imobiliárias e 2014

fonte: idealista

Portugueses gastam 140 mil euros para comprar casa, mais 29% que há um ano

casas kasusOs portugueses que compraram casa este ano parecem estar mais confiantes na recuperação económica do país e dispostos a gastar mais dinheiro nosnegócios que fazem. Dados da Century 21 Portugal indicam que no primeiro semestre do ano os “novos” proprietários gastaram em média 140 mil euros. Trata-se de um aumento de 29% face ao valor médio das transações verificadas no mesmo período de 2013.

De acordo com o Expresso, a Century 21 concretizou em Portugal 2.952 transações de venda de imóveis entre janeiro e junho, face às 2.550 transações verificadas no período homólogo. Já o arrendamento diminuiu 35%, para as 2.050 casas – foram feitos 2.762 arrendamentos no primeiro semestre de 2013. Masquem arrenda está a fazê-lo por valores superiores aos praticados em 2013: a renda média atinge os 642 euros, face aos cerca de 500 euros do ano passado.

Em termos de faturação, a Century 21 “amealhou” 6,2 milhões de euros, mais 21%, que os 4,9 milhões de euros registados nos primeiros seis meses de 2013. “Os resultados obtidos no primeiro semestre confirmam a tendência de recuperação do mercado imobiliário em Portuga”, disse Ricardo Sousa, administrador da Century 21 em Portugal.

Entre janeiro e junho de 2014, a mediadora realizou 679 transações de imóveis para clientes internacionais, que demonstram uma subida de 32% face às 459 transações registadas no período homólogo.

fonte: idealista

Venda de casas aumenta e arrendamento já está a cair

t4 fig.foz kasusNão há volta a dar. Portugal é um país de proprietários e isso já se nota de novo. No primeiro semestre do ano, as maiores mediadoras imobiliárias do país – Remax, Era e Century 21 – fizeram mais vendas e menos arrendamentos que no mesmo período do ano passado. E, segundo a APEMIP a procura de casas para vender está a subir de forma significativa.

“Há dois anos e até ao início de 2014, 30% da procura de casas era para comprar e 70% para arrendar, mas agora só 50% das pessoas é que querem arrendamento”, disse ao Dinheiro Vivo, o presidente da Associação dos Profissionais e das Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), Luís Lima.

Aliás, de acordo com este responsável, a expectativa é mesmo que até ao final do ano a procura de casas para comprar volte a ser superior à procura de arrendamento. “À medida que há uma retoma, mesmo que ligeira, a opção das pessoas é comprar. Nós portugueses somos assim. Só somos arrendatários quando não temos dinheiro”, repara.

Esta tendência nota-se já no tipo de negócios concretizado. Só na Century 21, as vendas mediadas subiram 14% para perto de três mil transações e os arrendamentos caíram 35%, para 2050 operações. Em consequência, o peso do arrendamento no negócio desceu de 52% no primeiro semestre de 2013 para 41% no mesmo período deste ano.

Já na Era, “o peso dos arrendamentos no total das transações diminuiu de 33% para 29%”, adiantou ao Dinheiro Vivo, o diretor-geral, Miguel Poisson, acrescentando que 71% das operações realizadas no semestre foram vendas.

Por fim, na Remax mediaram-se perto de cinco mil operações de arrendamento, que ainda representam 49% das transações totais efetuadas entre janeiro e junho deste ano, mas que são menos que há um ano. Além disso, o peso dos arrendamentos na faturação também recuou, tendo registado um decréscimo de 8,41%.

“A opção de arrendamento foi, para muitas famílias, a solução possível, mas o indíce de confiança aumentou e a banca voltou a oferecer soluções de financiamento o que está a permitir que a classe média esteja de volta ao mercado”, reparou o administrador da Century 21, Ricardo Sousa. Uma explicação partilhada por Miguel Poisson que acrescenta ainda que já se nota que a banca começou a alargar o crédito aos clientes nacionais e não só aos estrangeiros que têm comprado cada vez mais casas em Portugal.

No entanto, o aumento do crédito à habitação é ainda muito ligeiro. De acordo com os últimos dados disponibilizados pelo Banco de Portugal, em maio deste ano foram concedidos apenas 10 milhões de euros de créditos à habitação novos. O mesmo valor que em abril e pouco mais que os nove milhões concedidos em abril.

Além disso, repara Luís Lima, o que os bancos emprestam nunca é a totalidade do valor dacasa. “Não há créditos a 100%, é sempre preciso ter uns 20% ou 30% do valor da casa”.

fonte: dinheiro vivo


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