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Brasil reduz a burocracia na concessão de crédito à habitação

O governo brasileiro anunciou medidas que visam facilitar a venda de casas e a concessão de crédito à habitação. Uma das decisões tomadas pelo executivo passa pela redução dos trâmites burocráticos exigidos aos compradores de imóveis.

Para minimizar o referido processo burocrático, ficará concentrado num único documento a emissão de todos os certificados que são exigidos a quem pedir um empréstimo ao banco para comprar casa. Uma iniciativa que visa trazer também maior segurança jurídica.

fonte: Idealista
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Crédito à habitação: bancos emprestaram menos 80 milhões de euros

Os bancos parecem estar mais disponíveis para financiar a compra de casa, mas, ainda assim, o valor concedido para crédito à habitação nos primeiros três meses do ano foi inferior ao verificado no último trimestre do ano passado: 500 milhões de euros face aos 580 milhões registados nos últimos três meses de 2013.

De acordo com o SOL, que se apoia em dados do Market Outlook de Junho de 2014 do Gabinete de Estudos da Associação de Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), a prestação média dos novos créditos à habitação também não sofreu grandes alterações, mantendo-se entre325 e 334 euros. Valores idênticos aos verificados nos três meses anteriores.

O spread médio também se manteve praticamente igual, variando entre 2,88% e 3,05% (valores mínimos) e 3,57% e 3,95% (valores máximos).

No que diz respeito ao crédito mal parado na habitação, manteve-se entre os 2,25% em Outubro de 2013 e os 2,33% em Março de 2014.

fonte: Idealista

Crédito à habitação: portugueses resgatam cada vez mais PPR para pagar empréstimos

Os Planos Poupança Reforma (PPR) estão a ser cada vez mais resgatados pelos portugueses para pagarem os seus créditos à habitação. No primeiro semestre de 2014 foram levantados 6,4 milhões de euros.

Segundo dados do Instituto de Seguros de Portugal (ISP), citados pelo Diário Económico, nos primeiros seis meses do ano foram resgatados 18.768 PPR para pagar prestações de créditos.

O objetivo de quem resgata os PPR é utilizar esse dinheiro para pagar prestações em atraso ou futuras do crédito à habitação. Deste total, 5,8 milhões saíram de PPR sob a forma de seguro, e os restantes 559 mil euros de produtos sob a forma de fundos de pensões, diz ainda aquele jornal.

fonte: idealista

Rendas: despejos de casas disparam para uma média de 120 por dia

credito-habitacaoNão é só o número de casas devolvidas ao banco que continua a aumentar, fruto da crise. Com menos rendimentos disponíveis, muitas famílias portuguesas não conseguem cumprir o compromisso mensal de pagar a renda e acabam confrontadas com ordens de despejo. Em média, no primeiro semestre deste ano, foram emitidos cerca de 120 títulos de desocupação de casas por dia em Portugal.

No total, entre 8 de janeiro de 2013 e 30 de junho deste ano foram emitidas 2071 ordens de despejo, num universo de 6093 pedidos que deram entrada nos serviços do Balcão Nacional de Arrendamento (BNA), segundo noticia o Correio da Manhã.

Os dados não estão ainda consolidados, mas os números provisórios citados pelo jornal diário revelam um aumento em relação, por exemplo, ao mês de fevereiro de 2014. Na altura, as emissões de ordem de despejo – os títulos de desocupação do locado emitidos – totalizavam as 1414. Até 30 de junho, os serviços do BNA contabilizaram 2071, ou seja, mais 657, uma subida de 29,3%.

Os requerimentos de despejo que deram entrada naquele balcão, que foi criado ao abrigo da nova lei do arrendamento que entrou em vigor em novembro de 2012, sob tutela do Ministério da Justiça, também são reveladores da crise: 4598 até fevereiro de 2014 e 6093 até 30 de junho, numa contagem desde 8 de janeiro de 2013, data da instalação do BNA. Tendo em conta os dados disponíveis, em dezassete meses registaram-se, em média, quatro emissões de ordem de despejo por dia.

fonte: idealista

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Os segredos dos agentes imobiliários de Nova Iorque a nu: assim se vendem casas no mercado mais selvagem

Quando procuras uma casa em Nova Iorque e um agente imobiliário te mostra umapartamento do tamanho de uma caixa de sapatos, o mais provável é que te diga “é uma grande oportunidade” e “muito espaçoso por este preço”. O certo é que muitas destas frases comerciais parecem ser tiradas de um manual.Porquê? É simples. As grandes empresas da cidade dos arranha-céus têm um livro de estilo que serve de doutrina aos seus empregados.

O diario britânico The Guardian teve acesso a um desses manuais. Estes são os segredos para vender casas no mercado imobiliário mais selvagem:

1 – “Não podes subir as escadas do êxito vestido como um fracassado”. O “dress code” é básico na hora de vender casas. Os comerciais imobiliários devem oferecer uma boa imagem. A falta de higiene, a roupa demasiado casual ou as nódoas na roupa deixam poucas oportunidades de fechar operações.

2 – “Esta é exactamente a casa que estavas à procura”. Numa grande cidade como Nova Iorque, muitos dos apartamentos para venda ou arrendamento não são precisamente a casa dos teus sonhos. Exagerar nas qualidades de uma casa é um erro.

3 – “Não te preocupes com o apartamento, preocupa-te em trazer o cliente ao nosso escritório”. A concorrência entre as várias agências é brutal e, por isso, o fundamental não é acertar à primeira como a casa que mostras a um cliente, mas convencê-lo a que te acompanhe ao escritório, onde lhe poderás mostrar todo o catálogo que a empresa tem em carteira.

4 – “Jamais mostres uma casa a um homem sem a sua mulher”. É uma perda de tempo os agentes imobiliários da grande maçã têm claro que a tomada de decisão é ua tarefa, no mínimo, conjunta, se não feita diretamente pela mulher.

5 – “Mostra apartamentos com um preço ligeiramente superior ao máximo que queira gastar o cliente”. Muito provavelmente poderá pagá-lo e a tua comissão será maior.

6 – “Por cada apartamento há entre cinco e 10 candidatos”. Além disso ser verdade, irá criar no cliente uma irremediável sensação de urgência para fechar o negócio.

7 – “Quase ninguém passa muito tempo em casa”. Se durante uma visita de um interessado se mostra preocupado com o tamanho do apartamento é uma frase perfeita.

8.- “Não te envolvas com o clientes até que tenhamos a casa arrendada ou vendida e cobrado a comissão”. Não é preciso explicar que isto é puro sentido comum: primeiro o negócio e depois o prazer.

fonte: Idealista
 

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