10 casas raras espalhadas pelo mundo

Estas serão, seguramente, algumas das casas mais estranhas do mundo. São habitações “diferentes”, visto que têm formas fora do comum e/ou que se encontram situadas em locais quase inacessíveis. Estas construções provam que com muito ou com pouco dinheiro a imaginação do ser humano parece não ter limites.

1 – Sumberharjo, Indonésia 

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2 – Socuellamos, Espanha

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3 – Cosswiller, Estrasburgo, França 

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4 – Krasnoyarsk, Sibéria, Rússia

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5 – Abidjan, Costa do Marfim

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6 – China (localidade não conhecida)

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7 – Dongguan, Guangdong, China

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8 – Abuja, Nigéria 

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9 – Localidade na sérvia junto ao rio Drina

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10 – “casa móvel” em Shapu, Liuzhou, China

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fonte:  www.tsf.pt
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Construção mostra sinais de recuperação e deverá crescer em 2015

O setor da construção foi um dos mais afetados pela crise, mas parece estar, aos poucos, a recuperar. Um estudo da Informa D&B, empresa que fornece informação empresarial, estima uma inversão de ciclo para o setor da construção em 2015, antecipando um crescimento da atividade em 2%.

De acordo com o Público, que se apoia numa nota divulgada pela empresa, em2014, o setor deverá ter registado uma queda de 5% na sua atividade, ligeiramente abaixo dos anos anteriores. A produção total do setor deverá situar-se no corrente ano em 11.400 milhões de euros.

Em 2013, a produção no setor da construção registou uma contração de 14,1% a preços correntes, situando-se nos 11.995 milhões de euros. Só o segmento de engenharia civil teve uma descida de 13,1%, para 5.852 milhões de euros.

No que diz respeito à construção de edifícios, caiu 15%, correspondendo o pior comportamento ao segmento residencial, que situou a sua produção nos 2.952 milhões de euros, com uma quebra de 17,2%. O número de habitações concluídas ficou abaixo das 18.900, face às 125.700 verificadas em 2002. Quanto ao segmento não residencial, a produção caiu 13%, para os 3.190 milhões de euros.

Já a faturação dos grupos construtores portugueses no exterior continuou a aumentar de forma significativa em 2013, ascendendo a 5.535 milhões de euros, cerca de 11% mais que no período homólogo.

fonte: idealista

Preço das casas desceu em outubro

Comprar casa em Portugal é agora mais barato. O preço dos imóveis desceu 0,6% em outubro face ao mês anterior, interrompendo as valorizações registadas nos dois meses anteriores. Em termos homólogos, os preços também recuaram, neste caso 0,9%.

Segundo os últimos dados do Índice Confidencial Imobiliário (ICi), revelados pela Lusa, os preços das habitações aumentaram no Algarve (0,2%), nas regiões do Norte (0,4%) e do Centro (1,1%). Quando comparado com outubro do ano passado, as casas no Algarve e no Norte também valorizaram, tendo subido 1,4% e 0,4%, respetivamente.

Na região Centro, os preços aumentaram 1,1% em termos mensais (em outubro face a setembro), mas diminuíram em termos homólogos 5,5%.

A Ci – Confidencial Imobiliário é uma empresa independente que fornece informação aos profissionais do mercado imobiliário.

fonte: www.idealista.pt

Shopping Woman

Fundo Blackstone compra 10 ativos imobiliários ao Novo Banco por 220 milhões

O fundo de investimento americano Blackstone adquiriu dez ativos imobiliários à gestora de fundos do Novo Banco (antigo Banco Espírito Santo). Em causa estãocinco espaços comerciais e cinco armazéns. O negócio terá sido consumado por 220 milhões de euros.

Segundo o Jornal de Negócios, a lista de aquisições foi anunciada pelo fundo Blackstone. Do outro lado da operação está a Espírito Santo Ativos Financeiros(ESAF), gestora de fundos integrada no Novo Banco depois do colapso da instituição bancária que ainda lhe dá nome.

A Blackstone adiantou que a compra de cinco espaços comerciais, com uma área de 65.000 metros quadrados (m2), foi feita através do seu fundo de investimento imobiliário Multi Corporation, sobretudo no centro e na periferia de Lisboa. A Multi Corporation gere atualmente 13 centros comerciais no país, entre eles o Fórum Sintra.

À lista de aquisições juntam-se cinco armazéns com uma área de 185.000 m2, localizados principalmente na Azambuja. A Sonae será uma das inquilinas.

Mas o portefólio que a ESAF pôs no mercado depois do final do verão englobava muitos outros imóveis, garantiram à publicação fontes do setor. Neste pacote de ativos imobiliários incluíam-se hipermercados da cadeia Continente, unidades industriais, edifícios de escritórios e plataformas logísticas.

As mesmas fontes garantem que não estava prevista a venda dos ativos incluídos neste portefólio de uma forma individual. O lote tinha um valor indicativo de 220 milhões de euros, que teria sido ultrapassado tendo em conta que existiam vários interessados. A rapidez do processo também surpreendeu os agentes que estiveram envolvidos nesta corrida, escreve o Jornal de Negócios.

Fora da mesa neste pacote de ativos ficam os nove centros comerciais que o Novo Banco “herdou” após a resolução do BES. Entre eles contam-se o Campera, o Beloura Shopping e o Acqua Roma. O último encontra-se à venda no site do BES Imóveis por um montante de 918 mil euros.

fonte: www.idealista.pt

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Deco Alerta: O que fazer quando o vizinho não paga as quotas do condomínio?

Moro num prédio com seis condóminos. O vizinho do segundo andar esquerdo não paga quotas há cinco meses porque está desempregado. O que pode o condomínio fazer?

A situação não é fácil e este tipo de questões pode despoletar problemas graves entre a vizinhança.

O teu vizinho do segundo andar esquerdo não está a cumprir as suas obrigações de condómino, pois quem vive num condomínio tem de participar nas despesas comuns, devendo pagar as quotas que lhe correspondem, de acordo com a sua permilagem ou percentagem, nos prazos previstos no regulamento. As regras estabelecem, ainda, que em caso de atraso, o condomínio poderá cobrar ao vizinho incumpridor juros de mora à taxa de 4%, além de outras penalidades.

Atualmente, com a taxa de desemprego a rondar os 16%, muitos proprietários podem ter dificuldade em fazer face a esta despesa fixa, por não terem rendimentos suficientes. Ora, esta é a situação do teu vizinho e, na verdade, osjuros de mora relativos a cinco meses serão uma fatura pesada.

Em casos como o que relatas, o administrador do condomínio deve debater com o condómino em falta uma forma de superar o problema. Existem várias soluções:

  • Alargar o prazo por três meses, por exemplo, caso ele tenha um emprego em vista ou conte receber uma verba que lhe permita fazer face às despesas;
  • Acordar o pagamento faseado, em parcelas que consiga suportar;
  • Conceder um desconto temporário, equivalente, por exemplo, à parte da quota respeitante ao fundo comum de reserva.

​Se não houver entendimento entre todos, resta ao condomínio, representado pelo administrador, avançar com uma ação no julgado de paz da sua área, se existir. Se for mesmo necessário recorrer aos tribunais, têm de contar com os honorários de um advogado, com as custas processuais e vários meses de espera para se conhecer a sentença final. Mas tendo em consideração a situação financeira do teu vizinho, mesmo com uma sentença favorável dos julgados de paz ou dos tribunais, o condomínio pode não conseguir reaver o dinheiro, se ele não tiver bens passíveis de serem penhorados.

fonte: www.idealista.pt