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Investimento em imobiliário comercial atinge os 800 milhões em 2014

O interesse em imobiliário comercial em Portugal está a aumentar, sendo que as transações no setor comercial podem mais que duplicar este ano. “O apetite dos investidores por Portugal está, obviamente, a subir”, disse Luís Rocha Antunes, líder da equipa de investimento da consultora Cushman & Wakefield (C&W), à agência Bloomberg. Ou seja, o valor das transações pode chegar aos800 milhões de euros este ano, mais do dobro dos 322 milhões registados em2013.

O responsável considera que este ano haverá uma recuperação sustentada. “Portugal está novamente no mapa dos investidores no imobiliário. Os indicadores económicos são positivos e o sentimento do investidor está a melhorar”, justificou, revelando que há “grandes fundos a olhar para o imobiliário comercial em Portugal”.

Segundo o Jornal de Negócios, que se apoia em dados do guia de investimento imobiliário da consultora, publicado em março, em 2013 sentiram-se os primeiros sinais de retoma da atividade no mercado de investimento. No final do ano, o valor triplicou o número verificado em 2012.

A concretização de tal investimento em imobiliário comercial em 2014 – os já referidos 800 milhões de euros – corresponderá ao valor mais elevado desde 2007, antes da crise financeira global, quando o investimento superou os mil milhões de euros.

fonte: www.idealista.pt
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FMI alerta para risco de nova “bolha” imobiliária

O Fundo Monetário Internacional (FMI) apelou ontem à adoção de medidas urgentes para evitar uma nova bolha imobiliária, semelhante à que desencadeou a crise de 2007/2008, dado que os preços das casas estão muito acima da média histórica em vários países, sobretudo em emergentes como Filipinas, China e Brasil. E deu o exemplo: criou um novo observatório encarregue de registar e comparar a evolução dos preços nos diversos países – Global House Price Index.

O rebentar da bolha imobiliária, designadamente nos EUA, em resultado do chamado subprime (empréstimos hipotecários de elevado risco) está na base da crise que ainda hoje se vive, recorda o FMI. Por causa disso, pretende agora monitorizar, através deste índice, os preços da habitação em 51 países, incluindo Portugal.

Segundo este índice, os preços das casas têm vindo a subir, a nível mundial, há sete trimestres consecutivos até ao final de 2013. Portugal surge em 42.º lugar, mas foge a esta tendência mundial. Segundo o FMI, o valor das casas em Portugal, comparativamente aos rendimentos das famílias e das rendas, está abaixo da média histórica do país (dados relativos ao quarto trimestre de 2013). A situação não é exclusiva de Portugal, estende-se aos restantes países periféricos da zona euro.

Também o presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP) acredita que a situação em Portugal é completamente distinta. Luís Lima garante que não só “nunca houve qualquer risco de bolha imobiliária em Portugal”, como, atualmente, o país se confronta já “com casos em que a procura excede a oferta”.

“Ao contrário de Espanha, que nos sete anos anteriores à crise viram os seus imóveis valorizar mais de 130%, ou dos Estados Unidos, que valorizaram 110%, em Portugal, não passou dos 14%. Nunca houve qualquer risco de uma bolha imobiliária. Portugal tinha problemas pontuais, designadamente uma grande quantidade de imóveis nas periferias, que deviam ser direcionados para o mercado de arrendamento, porque dificilmente conseguirão ser vendidos”, diz Luís Lima.

Lembra que se falava muito num excesso de imóveis na zona da Expo e garante que hoje “essa questão já não se coloca”. Tal como a procura em Vilamoura, por parte de investidores franceses, tem disparado. “O que me preocupa é que haja um aumento exagerado de preços”, assume.

Miguel Poisson, da Era, concorda, e lembra que os imóveis portugueses são vistos pelos investidores estrangeiros como “ativos seguros, menos sujeitos a desvalorizações do que em Espanha, onde o impacto da crise levou a desvalorizações que chegaram aos 50, 60 e 70%”.

E o mercado começa a recuperar, a reboque, precisamente, dos investidores estrangeiros. “Sentimos que o ponto de inflexão foi o último trimestre de 2013″, diz Miguel Poisson.

fonte: www.dinheirovivo.pt

Fitch: Desalavancagem bancária está a limitar recuperação dos preços das casas em Portugal

A agência de notação financeira considera que os preços dos imóveis nos países periféricos da Zona Euro está a começar a recuperar, embora “a ritmos diferentes”.

O preço das casas nos países periféricos mais atingidos pela crise está a começar a recuperar, mas a ritmos diferentes. Quem o diz é a Fitch Ratings que, num relatório divulgado esta quinta-feira, 5 de Junho, discrimina a realidade dos vários países.

Segundo a Fitch, o mercado irlandês está a começar a recuperar, o português “estabilizou mas continua frágil” e o mercado espanhol deverá atingir o seu nível mais baixo no início de 2015. Já os mercados italiano e grego, que foram penalizados por dificuldades na economia em geral, e não devido a um ‘boom’ imobiliário, ainda estão “em queda”. No entanto, as economias de Itália e da Grécia “estão a começar a recuperar” e os mercados imobiliários deverão seguir as pisadas.

Sobre Portugal, a Fitch considera que a estabilização dos preços imobiliários em 2013 poderá ter sido prematura, e que o rácio que compara o preço das casas com o PIB per capita ainda está um pouco acima do nível considerado sustentável. Por outro lado, “a desalavancagem bancária também está a restringir o acesso ao crédito e a limitar a procura”.

Em relação à Grécia, um dos países mais castigados pela crise da dívida soberana, a Fitch acredita que os empréstimos hipotecários limitados e a pressão financeira vão continuar a exercer pressão sobre os preços das casas gregas, que deverão cair ainda cerca de 11% antes de estabilizarem. Já em Itália, “a correcção dos preços já começou a diminuir”.

Segundo o relatório da Fitch Ratings, os preços dos imóveis na Irlanda deverão crescer um dígito, após a maior queda entre os países da Europa, um decréscimo de quase 50% desde 2007. “No ano passado, os preços das casas irlandesas aumentaram mais de 6%, em média. Houve uma recuperação muito mais forte nos centros urbanos, especialmente Dublin, do que no resto do país”, lê-se na nota divulgada pela agência de rating.

fonte: www.jornaldenegocios.pt

Cerca de 3.500 estrangeiros compraram casa em Portugal no primeiro trimestre

Nos primeiros três meses do ano, cerca de 3.500 cidadãos estrangeirosinvestiram no imobiliário português, o equivalente a cerca de 14% do total deimóveis transacionados durante esse período. Este ano, o investimento estrangeiro no imobiliário nacional deve representar entre 1,5 a 2 mil milhões de euros.

Britânicos, chineses e franceses são, por esta ordem, os investidores que mais procuram o mercado português, segundo dados são do Gabinete de Estudos da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP). “É uma prova de que o Regime Fiscal para Residentes Não Habituais tem captado um largo número de investidores. Apesar da Autorização de Residência para Investimento ser um programa mais popular, são os cidadãos europeus que mais procuram Portugal”, diz Luís Lima, presidente da APEMIP

O responsável prevê que o investimento estrangeiro no imobiliário português represente entre 1,5 a 2 mil milhões de euros em 2014, número que é “facilmente multiplicável”, já que “há outros setores a beneficiar do investimento feito em imobiliário”. “Se exportar um bem alimentar, o capital entra no país mas o bem é consumido lá fora. O ciclo termina aqui. Se exportar um imóvel, este bem é consumido internamente e quem o consome irá dinamizar a economia do país não só por esta via, mas também pelo investimento que faz noutros setores como a saúde, restauração, turismo e outros”, refere, em comunicado, o líder da APEMIP.

Protocolo renovado com associação francesa

Durante o Salão Imobiliário de Portugal (SIL) 2012, a APEMIP assinou um protocolo de parceria com a sua associação congénere francesa, o Syndicat Français de L’Immobilier (SNPI). Um acordo que teve como objetivo a divulgação de imóveis entre os dois países.

Luís Lima revela que o acordo será agora atualizado – o aditamento terá lugar amanhã (dia 5) –, de acordo com as necessidades atuais dos respetivos mercados imobiliários. “França é um dos países da Europa que está na liderança doprocesso de internacionalização do imobiliário português. Um país como o nosso que não teve uma bolha imobiliária e que tem imóveis de muito boa qualidade deve apostar na sua promoção junto dos mercados estrangeiros”, salienta.

fonte: www.idealista.pt

Mais franceses estão interessados no Estoril

estorilDe acordo com os dados da Engel & Völkers, a afluência de franceses que procuram casa no Estoril para compra ou arrendamento tem vindo a aumentar entre o final do ano passado e o início de 2014.

Sabine Halbich, responsável pela loja da marca do Estoril, comenta que «entre os estrangeiros que mais procuram casa na zona do Estoril, 30% são franceses». Explica que a procura começa por ser direcionada para o arrendamento, com o propósito de conhecer a zona antes de adquirir o imóvel:«do total dos arrendamentos desta loja, 40% são contratos com cidadãos franceses», refere. Rendas estas que ultrapassam, em média, os 2.000 euros mensais.

No que diz respeito à compra de casa, os potenciais clientes franceses estão dispostos a investir entre 500.000 e 800.000 euros, sendo que procuram mais as tipologias T2 e T3, não de grandes dimensões, e preferem apartamentos com terraços ou varandas e moradias com jardim, valorizando ainda características como a localização ou a proximidade de comércio e transportes.

A Costa do Estoril, conhecida como a cosmopolita Riviera portuguesa, tem uma localização privilegiada, como explica a responsável: «está próxima da capital, dispõe de uma excecional oferta de golfe, praias, gastronomia, história e cultura e um clima ameno durante todo o ano. Estas características contribuem para a criação das condições ótimas para relaxar ou para se estabelecer no Estoril. São interesses que despertam cada vez mais a atenção dos franceses e os fazem sentir-se em casa».

E, além dos franceses, estão também cada vez mais interessados em Portugal holandeses, belgas e suíços, sendo estas as nacionalidades que mais procuram o Estoril. Os preços atrativos e os benefícios fiscais têm impulsionado a crescente procura, nomeadamente por parte dos franceses perto da idade da reforma, já que o nosso país proporciona um regime especial para reformados residentes não habituais. Esta lei permite-lhes não pagarem impostos sobre os seus rendimentos de reforma.

fonte: www.pt.vidaimobiliaria.com