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Rendas: despejos de casas disparam para uma média de 120 por dia

credito-habitacaoNão é só o número de casas devolvidas ao banco que continua a aumentar, fruto da crise. Com menos rendimentos disponíveis, muitas famílias portuguesas não conseguem cumprir o compromisso mensal de pagar a renda e acabam confrontadas com ordens de despejo. Em média, no primeiro semestre deste ano, foram emitidos cerca de 120 títulos de desocupação de casas por dia em Portugal.

No total, entre 8 de janeiro de 2013 e 30 de junho deste ano foram emitidas 2071 ordens de despejo, num universo de 6093 pedidos que deram entrada nos serviços do Balcão Nacional de Arrendamento (BNA), segundo noticia o Correio da Manhã.

Os dados não estão ainda consolidados, mas os números provisórios citados pelo jornal diário revelam um aumento em relação, por exemplo, ao mês de fevereiro de 2014. Na altura, as emissões de ordem de despejo – os títulos de desocupação do locado emitidos – totalizavam as 1414. Até 30 de junho, os serviços do BNA contabilizaram 2071, ou seja, mais 657, uma subida de 29,3%.

Os requerimentos de despejo que deram entrada naquele balcão, que foi criado ao abrigo da nova lei do arrendamento que entrou em vigor em novembro de 2012, sob tutela do Ministério da Justiça, também são reveladores da crise: 4598 até fevereiro de 2014 e 6093 até 30 de junho, numa contagem desde 8 de janeiro de 2013, data da instalação do BNA. Tendo em conta os dados disponíveis, em dezassete meses registaram-se, em média, quatro emissões de ordem de despejo por dia.

fonte: idealista

Quase 48 mil casas vendidas até junho, mais 3% que há um ano

grafico estatistica kasusNos primeiros seis meses de 2014 foram transacionados cerca de 47,9 mil imóveis (urbanos, rústicos e mistos), mais 3% que no período homólogo. Só nosegundo trimestre do ano registaram-se aproximadamente 23,9 mil transações. Em causa estão dados revelados pelo Gabinete de Estudos da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP).

“[Estes números refletem a] retoma do setor imobiliário. O número de transaçõestem vindo a aumentar há quatro trimestres consecutivos, o que significa que se o ano civil fosse de 1 de junho de 2013 a 30 de junho de 2014, este seria o ano da confirmação da recuperação do setor imobiliário”, referiu, em comunicado, Luís Lima, presidente da APEMIP.

De acordo com o responsável, estes dados revelam um setor mais otimista, influenciado pelas dinâmicas do próprio mercado, entre as quais o investimento estrangeiro: “O grande motor para a retoma do mercado imobiliário português foi o investimento estrangeiro, estimulado por programas como a Autorização de Residência para Investimento (Vistos Gold) e pelo Regime Fiscal para Residentes Não Habituais, que contaminaram positivamente o mercado interno, devolvendo-lhe confiança, mas também pelo valor dos nossos ativos imobiliários que são seguros, credíveis e que registam uma tendência de valorização”.

As estimativas da APEMIP permitem concluir que, entre janeiro e junho deste ano, as áreas metropolitanas de Lisboa e Porto concentraram cerca de 14% das transações registadas no país, sendo que dos dez municípios mais relevantes em termos nacionais, sete não pertencem a estas duas unidades territoriais: Loulé, Leiria, Pombal, Viseu, Águeda, Barcelos e Vila Nova de Famalicão.

Em termos nacionais, cerca de 80 municípios terão conseguido assegurar a realização de mais de 200 transações imobiliárias e 2014

fonte: idealista

Portugueses gastam 140 mil euros para comprar casa, mais 29% que há um ano

casas kasusOs portugueses que compraram casa este ano parecem estar mais confiantes na recuperação económica do país e dispostos a gastar mais dinheiro nosnegócios que fazem. Dados da Century 21 Portugal indicam que no primeiro semestre do ano os “novos” proprietários gastaram em média 140 mil euros. Trata-se de um aumento de 29% face ao valor médio das transações verificadas no mesmo período de 2013.

De acordo com o Expresso, a Century 21 concretizou em Portugal 2.952 transações de venda de imóveis entre janeiro e junho, face às 2.550 transações verificadas no período homólogo. Já o arrendamento diminuiu 35%, para as 2.050 casas – foram feitos 2.762 arrendamentos no primeiro semestre de 2013. Masquem arrenda está a fazê-lo por valores superiores aos praticados em 2013: a renda média atinge os 642 euros, face aos cerca de 500 euros do ano passado.

Em termos de faturação, a Century 21 “amealhou” 6,2 milhões de euros, mais 21%, que os 4,9 milhões de euros registados nos primeiros seis meses de 2013. “Os resultados obtidos no primeiro semestre confirmam a tendência de recuperação do mercado imobiliário em Portuga”, disse Ricardo Sousa, administrador da Century 21 em Portugal.

Entre janeiro e junho de 2014, a mediadora realizou 679 transações de imóveis para clientes internacionais, que demonstram uma subida de 32% face às 459 transações registadas no período homólogo.

fonte: idealista

Venda de casas aumenta e arrendamento já está a cair

t4 fig.foz kasusNão há volta a dar. Portugal é um país de proprietários e isso já se nota de novo. No primeiro semestre do ano, as maiores mediadoras imobiliárias do país – Remax, Era e Century 21 – fizeram mais vendas e menos arrendamentos que no mesmo período do ano passado. E, segundo a APEMIP a procura de casas para vender está a subir de forma significativa.

“Há dois anos e até ao início de 2014, 30% da procura de casas era para comprar e 70% para arrendar, mas agora só 50% das pessoas é que querem arrendamento”, disse ao Dinheiro Vivo, o presidente da Associação dos Profissionais e das Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), Luís Lima.

Aliás, de acordo com este responsável, a expectativa é mesmo que até ao final do ano a procura de casas para comprar volte a ser superior à procura de arrendamento. “À medida que há uma retoma, mesmo que ligeira, a opção das pessoas é comprar. Nós portugueses somos assim. Só somos arrendatários quando não temos dinheiro”, repara.

Esta tendência nota-se já no tipo de negócios concretizado. Só na Century 21, as vendas mediadas subiram 14% para perto de três mil transações e os arrendamentos caíram 35%, para 2050 operações. Em consequência, o peso do arrendamento no negócio desceu de 52% no primeiro semestre de 2013 para 41% no mesmo período deste ano.

Já na Era, “o peso dos arrendamentos no total das transações diminuiu de 33% para 29%”, adiantou ao Dinheiro Vivo, o diretor-geral, Miguel Poisson, acrescentando que 71% das operações realizadas no semestre foram vendas.

Por fim, na Remax mediaram-se perto de cinco mil operações de arrendamento, que ainda representam 49% das transações totais efetuadas entre janeiro e junho deste ano, mas que são menos que há um ano. Além disso, o peso dos arrendamentos na faturação também recuou, tendo registado um decréscimo de 8,41%.

“A opção de arrendamento foi, para muitas famílias, a solução possível, mas o indíce de confiança aumentou e a banca voltou a oferecer soluções de financiamento o que está a permitir que a classe média esteja de volta ao mercado”, reparou o administrador da Century 21, Ricardo Sousa. Uma explicação partilhada por Miguel Poisson que acrescenta ainda que já se nota que a banca começou a alargar o crédito aos clientes nacionais e não só aos estrangeiros que têm comprado cada vez mais casas em Portugal.

No entanto, o aumento do crédito à habitação é ainda muito ligeiro. De acordo com os últimos dados disponibilizados pelo Banco de Portugal, em maio deste ano foram concedidos apenas 10 milhões de euros de créditos à habitação novos. O mesmo valor que em abril e pouco mais que os nove milhões concedidos em abril.

Além disso, repara Luís Lima, o que os bancos emprestam nunca é a totalidade do valor dacasa. “Não há créditos a 100%, é sempre preciso ter uns 20% ou 30% do valor da casa”.

fonte: dinheiro vivo


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Village Underground Lisboa: trabalhar em contentores ou autocarros por 150 euros (vídeo)

Alguma vez te passou pela cabeça trabalhar num contentor marítimo ou numautocarro da Carris? Agora imagina esse cenário e numa zona privilegiada de Lisboa, em Alcântara, paredes meias com o rio Tejo. O idealista News foi conhecer o Village Underground Lisboa (VUL), um espaço localizado dentro daEstação de Santo Amaro, onde também se encontra o Museu da Carris. A cidade “precisava definitivamente de um espaço destes”, conta Mariana Duarte Silva, cofundadora do projeto.

Aqui, nestes escritórios, reina a criatividade. São dois antigos autocarros da Carris – um funciona como cafetaria e como local de trabalho e outro será uma sala de reuniões – e 14 antigos contentores marítimos que foram transformados e “equipados” a rigor para receber empresas e/ou trabalhadores independentes.

Este conceito, o Village Underground, nasceu em Londres em 2007. Mariana Duarte Silva tratou, depois, de o “replicar”. E o espaço nasceu já este ano, estando a funcionar desde abril. “Temos 15 pessoas a trabalhar nos contentores, mas ainda temos cerca de 40 mesas disponíveis. Ao todo temos cerca de 60 postos de trabalho”, revela, salientando que a ideia é que cada contentor possa ser “partilhado por cinco pessoas”.

A responsável adianta que o objetivo do VUL é dar a conhecer indústrias criativas, pelo que são privilegiados projetos que encaixem nesse conceito. “Não é um projeto inédito no que toca ao coworking, mas sim em termos de arquitetura”, diz Mariana Duarte Silva. “Foram usados contentores marítimos que estão colocados em consola. Parece que estão suspensos no ar. Este design é inovador”, acrescenta.

Trabalhar por 150 euros/mês

A cofundadora do VUL não tem dúvidas de que este é “um espaço novo em Lisboa”. “O que me cativou é a interação com pessoas diferentes, mas também criativas”, refere.

E quando custa trabalhar num destes escritórios improvisados? “São 150 eurospor mês, com eletricidade e Wi-Fi incluída para cada mesa no contentor. Os contentores de topo são 200 euros por mesa, porque têm vista. Mas há a possibilidade das pessoas virem trabalhar só um dia, ou dois, ou uma semana”, explica.

Interação com Londres

Por outro lado, e além de se tratar de um “espaço físico inspirador” e de existirem “boas condições técnicas e físicas” – internet rápida e boas acessibilidades em termos de transportes, por exemplo –, o VUL tem outra vantagem. “Queremos muito promover a interação de quem trabalha em Lisboa e em Londres. Por exemplo, expor em Londres obras de artistas que promovemos cá. Prevemos até final do ano duas situações dessas. Sucede o mesmo com a atuação de músicos portugueses”, remata.

fonte: www.idealista.pt