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Fitch: Desalavancagem bancária está a limitar recuperação dos preços das casas em Portugal

A agência de notação financeira considera que os preços dos imóveis nos países periféricos da Zona Euro está a começar a recuperar, embora “a ritmos diferentes”.

O preço das casas nos países periféricos mais atingidos pela crise está a começar a recuperar, mas a ritmos diferentes. Quem o diz é a Fitch Ratings que, num relatório divulgado esta quinta-feira, 5 de Junho, discrimina a realidade dos vários países.

Segundo a Fitch, o mercado irlandês está a começar a recuperar, o português “estabilizou mas continua frágil” e o mercado espanhol deverá atingir o seu nível mais baixo no início de 2015. Já os mercados italiano e grego, que foram penalizados por dificuldades na economia em geral, e não devido a um ‘boom’ imobiliário, ainda estão “em queda”. No entanto, as economias de Itália e da Grécia “estão a começar a recuperar” e os mercados imobiliários deverão seguir as pisadas.

Sobre Portugal, a Fitch considera que a estabilização dos preços imobiliários em 2013 poderá ter sido prematura, e que o rácio que compara o preço das casas com o PIB per capita ainda está um pouco acima do nível considerado sustentável. Por outro lado, “a desalavancagem bancária também está a restringir o acesso ao crédito e a limitar a procura”.

Em relação à Grécia, um dos países mais castigados pela crise da dívida soberana, a Fitch acredita que os empréstimos hipotecários limitados e a pressão financeira vão continuar a exercer pressão sobre os preços das casas gregas, que deverão cair ainda cerca de 11% antes de estabilizarem. Já em Itália, “a correcção dos preços já começou a diminuir”.

Segundo o relatório da Fitch Ratings, os preços dos imóveis na Irlanda deverão crescer um dígito, após a maior queda entre os países da Europa, um decréscimo de quase 50% desde 2007. “No ano passado, os preços das casas irlandesas aumentaram mais de 6%, em média. Houve uma recuperação muito mais forte nos centros urbanos, especialmente Dublin, do que no resto do país”, lê-se na nota divulgada pela agência de rating.

fonte: www.jornaldenegocios.pt

Cerca de 3.500 estrangeiros compraram casa em Portugal no primeiro trimestre

Nos primeiros três meses do ano, cerca de 3.500 cidadãos estrangeirosinvestiram no imobiliário português, o equivalente a cerca de 14% do total deimóveis transacionados durante esse período. Este ano, o investimento estrangeiro no imobiliário nacional deve representar entre 1,5 a 2 mil milhões de euros.

Britânicos, chineses e franceses são, por esta ordem, os investidores que mais procuram o mercado português, segundo dados são do Gabinete de Estudos da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP). “É uma prova de que o Regime Fiscal para Residentes Não Habituais tem captado um largo número de investidores. Apesar da Autorização de Residência para Investimento ser um programa mais popular, são os cidadãos europeus que mais procuram Portugal”, diz Luís Lima, presidente da APEMIP

O responsável prevê que o investimento estrangeiro no imobiliário português represente entre 1,5 a 2 mil milhões de euros em 2014, número que é “facilmente multiplicável”, já que “há outros setores a beneficiar do investimento feito em imobiliário”. “Se exportar um bem alimentar, o capital entra no país mas o bem é consumido lá fora. O ciclo termina aqui. Se exportar um imóvel, este bem é consumido internamente e quem o consome irá dinamizar a economia do país não só por esta via, mas também pelo investimento que faz noutros setores como a saúde, restauração, turismo e outros”, refere, em comunicado, o líder da APEMIP.

Protocolo renovado com associação francesa

Durante o Salão Imobiliário de Portugal (SIL) 2012, a APEMIP assinou um protocolo de parceria com a sua associação congénere francesa, o Syndicat Français de L’Immobilier (SNPI). Um acordo que teve como objetivo a divulgação de imóveis entre os dois países.

Luís Lima revela que o acordo será agora atualizado – o aditamento terá lugar amanhã (dia 5) –, de acordo com as necessidades atuais dos respetivos mercados imobiliários. “França é um dos países da Europa que está na liderança doprocesso de internacionalização do imobiliário português. Um país como o nosso que não teve uma bolha imobiliária e que tem imóveis de muito boa qualidade deve apostar na sua promoção junto dos mercados estrangeiros”, salienta.

fonte: www.idealista.pt

Mais franceses estão interessados no Estoril

estorilDe acordo com os dados da Engel & Völkers, a afluência de franceses que procuram casa no Estoril para compra ou arrendamento tem vindo a aumentar entre o final do ano passado e o início de 2014.

Sabine Halbich, responsável pela loja da marca do Estoril, comenta que «entre os estrangeiros que mais procuram casa na zona do Estoril, 30% são franceses». Explica que a procura começa por ser direcionada para o arrendamento, com o propósito de conhecer a zona antes de adquirir o imóvel:«do total dos arrendamentos desta loja, 40% são contratos com cidadãos franceses», refere. Rendas estas que ultrapassam, em média, os 2.000 euros mensais.

No que diz respeito à compra de casa, os potenciais clientes franceses estão dispostos a investir entre 500.000 e 800.000 euros, sendo que procuram mais as tipologias T2 e T3, não de grandes dimensões, e preferem apartamentos com terraços ou varandas e moradias com jardim, valorizando ainda características como a localização ou a proximidade de comércio e transportes.

A Costa do Estoril, conhecida como a cosmopolita Riviera portuguesa, tem uma localização privilegiada, como explica a responsável: «está próxima da capital, dispõe de uma excecional oferta de golfe, praias, gastronomia, história e cultura e um clima ameno durante todo o ano. Estas características contribuem para a criação das condições ótimas para relaxar ou para se estabelecer no Estoril. São interesses que despertam cada vez mais a atenção dos franceses e os fazem sentir-se em casa».

E, além dos franceses, estão também cada vez mais interessados em Portugal holandeses, belgas e suíços, sendo estas as nacionalidades que mais procuram o Estoril. Os preços atrativos e os benefícios fiscais têm impulsionado a crescente procura, nomeadamente por parte dos franceses perto da idade da reforma, já que o nosso país proporciona um regime especial para reformados residentes não habituais. Esta lei permite-lhes não pagarem impostos sobre os seus rendimentos de reforma.

fonte: www.pt.vidaimobiliaria.com

80.000,00€ – VENDA MORADIA COM TERRENO

MORADIA – T3 – VENDA – FIGUEIRA DA FOZ
mor

Casa para venda em zona rural, numa aldeia próxima da Figueira da Foz

É constituída por 3 artigos, dois urbanos e um rústico. Os dois artigos urbanos, são duas moradias geminadas em que uma delas está em estado de ruína e a outra está habitável mas a necessitar de algumas obras de requalificação.

O artigo rústico, é um quintal com algumas árvores de fruto e capoeiras.

Uma oportunidade para adquirir um imóvel com possibilidade de ampliação.

+Fotos: http://goo.gl/kGiWY1

Local: https://goo.gl/maps/NK0yu

Registo de casas para turistas vai passar a mera comunicação prévia

Os alojamentos locais, onde se incluem as casas alugadas a turistas, estão obrigados a estarem registados junto da respetiva Câmara Municipal desde 2008, mas nem todos o fazem. O Governo quer agilizar estas regras e equaciona transformar este registo numa mera comunicação prévia. Quem não a fizer arrisca o pagamento de coimas, cujo valor vai também ser agravado.

Figueira da foz_kasusO Governo está a estudar alterações à legislação que regula o alojamento local e pretende que estas sejam aprovadas ainda durante este primeiro semestre de 2014. Em causa estão os apartamentos, moradias e estabelecimentos de hospedagem utilizados para serviços de alojamento temporário mediante um pagamento, mas que não reúnem condições para serem considerados estabelecimentos turísticos.

A proposta que está em cima da mesa junta a estas três tipologias uma outra, as “guest houses”, que abrangem as situações em que apenas uma parte da casa é arrendada temporariamente, habitualmente para fins turísticos.

O novo enquadramento legal pretende simplificar e desburocratizar o atual registo e ao mesmo tempo criar uma base de dados de alojamentos locais bem mais expressiva do que a atualmente existente e que, segundo o “Diário Económico”, conta com apenas 5 835 estabelecimentos registados.

Estas mudanças, o reforço das coimas (que poderão ir até aos 3741 euros no caso de pessoas singulares e dos 35 mil euros para as coletivas), aliado ao reforço de ações de inspeção pela Autoridade Tributária a este tipo de atividade, deverão contribuir para a legalização de muitos dos alugueres temporários que atualmente escapam às autoridades e que não ficam sujeitos a qualquer imposto.

Para o dono de um apartamento de férias que pretenda, por exemplo, alugá-lo nos meses de verão em que não pensa utilizá-lo, o enquadramento fiscal pode ser diferente consoante trate o próprio destes alugueres ou o faça através de uma empresa.

Caso procure e promova particularmente o aluguer, o proprietário terá desde logo de registar o alojamento na autarquia correspondente e abrir nas finanças a atividade de prestação de serviços, optando pelo regime simplificado ou pela contabilidade organizada. Terá ainda de emitir a fatura com IVA a 6%, caso estime que vai ultrapassar os 10 mil euros anuais.

Se esta gestão da ocupação temporária do imóvel for entregue a uma empresa – e nos apartamentos inseridos em aldeamentos e empreendimentos esta é frequentemente a solução utilizada -, o proprietário deverá declarar os rendimentos obtidos como sendo da categoria F (rendas).

A par do reforço de coimas, na simplificação do registo e da criação de uma nova tipologia de alojamento local, a proposta de diploma que está ainda a ser trabalhada pela Secretária de Estado do Turismo prevê, segundo o “DE”, a criação de um CAE específico para a abertura de atividade dos alojamentos locais (havendo um período de transição para os que já estão registados), a promoção do cruzamento de dados nomeadamente para efeitos fiscais, eventuais correções à matéria coletável e a definição de um limite máximo de 9 apartamentos por proprietário. Acima deste número, a situação passa a ser considerada e tratada em termos legais como um empreendimento turístico.

fonte: www.dinheirovivo.pt