“Arranha-céus subaquáticos”: viver debaixo de água será uma realidade em breve

Não, as imagens que acompanham esta notícia não são parte do cenário de “Avatar 2”, a sequela de James Cameron que se desenrolará nos oceanos do planeta Pandora. Em causa está uma espetacular cidade flutuante com “arranha-céus subaquáticos” desenhada pelo arquiteto belga Vincent Callebaut para a baía do Rio de Janeiro (Brasil). O projeto, que está ainda a ser desenvolvido, deverá ter capacidade para 20.000 pessoas.

A futura “Aequorea” terá cinco ilhas independentes e autossuficientes que contarão com arranha-céus invertidos com 250 andares que serão construídos até mil metros abaixo da água. O projeto prevê a existência de casas, hotéis, centros comerciais e áreas de lazer.

Não imaginas como é a espetacular mansão escondida atrás desta porta enferrujada

Como é sabido, muitas vezes as aparências iludem. Este caso que te mostramos é um bom exemplo disso mesmo. Ao olhar para a fachada desta casa dificilmente consegues prever ou imaginar como será o seu interior. Atrás de uma porta enferrujada e de um muro de betão está uma espetacular e moderna mansão com três andares e vistas para a parte suíça do Lago Maior, nos Alpes.

Situado na localidade de Caviano, o imóvel tem 182 m2 e foi projetado em 2015 pelo estúdio Wespi de Meuron Romeo Architects, tendo sido aproveitada a estrutura de um antigo bunker. Para contrastar com a “frieza” do betão, os arquitetos optaram pelo vidro e pela madeira.

IMI: Quem tem casas de luxo paga menos ao Fisco

Os contribuintes com casas de luxo têm um bónus fiscal no Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI). Trata-se de um benefício concedido através da aplicação do chamado Coeficiente de Ajustamento de Áreas (CAJ) – introduzido em 2007 –, que reduz de forma apreciável a área bruta de construção para efeito do cálculo do Valor Patrimonial Tributário (VPT) e consequentemente o IMI a pagar pelo proprietário.

O CAJ foi introduzido no Orçamento do Estado para 2007, durante o Governo de José Sócrates, e incluído no Código do IMI com o artigo 40-A, aplicando-se aos imóveis afetos a habitação, comércio e serviços, indústria e espaços de estacionamento.

Segundo o Correio da Manhã, o CAJ aplica-se aos imóveis com mais de 100 m2, mas a análise das cadernetas prediais de vários imóveis de luxo permite constatar que o benefício fiscal tem um impacto maior nas casas com mais de 220 m2. “[Por via do CAJ] as casas acima de 100 m2 têm um benefício fiscal, mas esse efeito acaba por se repercutir mais nos imóveis com áreas maiores”, disse António Pragal Colaço, advogado especialista em Direito Fiscal, ao jornal.

A publicação escreve que o efeito da redução da área bruta de construção é notório, por exemplo, na casa de luxo de Armando Pereira, milionário minhoto dono da PT que construiu uma mansão em Guilhofrei: o CAJ reduziu a área bruta de construção de 1.546,3 m2 para 1.015,3 m2. Ou seja, o VPT dessa moradia de luxo e o IMI a pagar são mais baixos do que se tivesse sido utilizada a área real do imóvel.

Também as moradias de Ricardo Salgado (ex-presidente do BES), Dias Loureiro (ex-ministro e ex-conselheiro de Estado) e Armando Vara (ex-administrador da CGD), entre outros, beneficiam deste bónus fiscal, escreve o diário.

Para Domingues Azevedo, bastonário da Ordem dos Contabilistas Certificados (OCC), “na habitação não faz sentido aplicar o CAJ”. O responsável adiantou que a aplicação do CAJ tem “um efeito contrário do de justiça social”. “Os contribuintes que têm muito dinheiro têm grandes casas e redução no IMI, aqueles que têm menos dinheiro e casas mais pequenas não têm redução no IMI”, explicou.

fonte: http://www.idealista.pt

Recibos das rendas em papel – Obrigações Declarativas

RENDIMENTOS PREDIAIS

Com a entrada em vigor da reforma do IRS, a 1 de Janeiro de 2015, os recibos de renda em papel deram lugar aos recibos electrónicos, sendo obrigatória a sua emissão no portal das finanças, facilitando assim o controlo por parte da Adminidtração Fiscal.

Mas lei prevê duas excepções.

1 – Para os senhorios com idade igual ou superior a 65 anos, que poderão não ter facilidade de acesso à internet e que optem por não o fazer.

2 – Para quem tenha rendas anuais totais inferiores a 838,44 euros e não tenham já uma caixa postal electrónica.

Assim, para quem não passar recibo electrónico, está OBRIGADO a entregar uma declaração anual de rendas, até 31 de Janeiro do ano seguinte. A declaração, poderá ser entregue em papel na repartição de finanças ou pela internet.

A declaração a utilizar é a Mod 44 – Clique para ver declaração »»»

Como resolver uma inundação em casa

Uma inundação em casa é uma situação muito desagradável que poderá tomar dimensões assustadoras e produzir efeitos catastróficas. Vejamos então algumas dicas e metodologias de como resolver uma inundação em casa.

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Como resolver uma inundação em casa

Para resolver uma inundação em casa, algumas metodologias deverão ser seguidas, de forma a que todas as pessoas que a habitam estejam em segurança.

Corte da eletricidade

Uma das primeiras ações a tomar quando existe uma inundação em casa é desligar o quadro da eletricidade.

A água infiltrar-se nas tomadas, o que pode provocar um curto circuito com consequências perigosas.

Se a inundação ocorrer durante a noite, use uma lanterna e não ligue os interruptores, pois existe a possibilidade de eletrocução.

Corte da água

Se a inundação tem inicio dentro da habitação e ainda não descobriu a sua fonte, então o melhor é fechar a ligação da água.

Assim poderá proteger todos a mobilia e outros elementos, procedendo à remoção da água, procurando posteriormente a fuga da água.

No caso de não conseguir fechar o o fornecimento de água, deverá contactar imediatamente os bombeiros.

Como actuar

Depois de desligar a eletricidade e a água, estes são os passos seguintes a tomar para resolver uma inundação em casa:

  • Verifique a estrutura da casa para encontrar danos como fendas nas paredes buracos, etc…
  • Se morar num prédio, avise os vizinho da possibilidade de infiltrações;
  • Analise bem a situação, de forma a determinar qual a melhor forma para escoar a água;
  • Proteja todos os móveis e aparelhos elétricos;

Após uma inundação em casa

Depois de a inundação ocorrer, existem alguns procedimentos a efetuar:

  • Caso possua uma seguradora, é necessário contacta-la imediatamente, para a avaliação dos prejuízos;
  • Verifique a bem a sua habitação para confirmar que não existiram danos na estrutura;
  • Se possui soalhos em madeira e paredes em estuque, certifique-se que toda a água foi escoada. A humidade resultante poderá danificar os materiais;
  • Todos os alimentos que estiveram em contacto com a água deverão ser deitados ao lixo, para evitar intoxicações alimentares;
  • Lave bem o chão, carpetes e tapetes para que não exista risco de propagação de doenças;

Muitas das inundações que ocorrem no interior das habitações, são provocadas por entupimentos nas tubagens.

O que provoca entupimentos nas tubagens de casa

São muitos os fatores que podem provocar entupimentos nas tubagens de casa e muitos deles são provocados por más práticas.

Vejamos então algumas das práticas que podem provocar entupimentos:

  • Acumulação de detritos no ralo do lava loiças da cozinha, consequentes dos restos de comida;
  • Obstrução do ralo do lavatório e da banheira com cabelos e outros pêlos;
  • Aremesso de grandes quantidades de papel, toalhitas ou outros objetos com grande volume para a sanita.

fonte: http://limpezasdomesticas.com