Os 15 Spa mais luxuosos e espetaculares do mundo

Piscinas de horizonte infinito, águas termais e massagens com vistas para as paisagens mais bonitas do mundo… Assim é impossível não relaxar! Desde o deserto de Utah (EUA) até às praias paradisíacas do Brasil, passando pela imensidão dos Alpes. Estes são alguns dos Spa mais exclusivos – e caros – do mundo.

Aman Resort (Utah/EUA)

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Royal Mansour Spa (Marraquexe/Marrocos)

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Scarlet hotel (Cornwell/Reino Unido)

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Sha Wellness Clinic (Alicante/Espanha)

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Viceroy Resort (Santa Lúcia)

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Maia Luxury Resort & Spa (Seicheles)

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Bulgari Spa (Londres/Reino Unido)

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Conrad Maldives Rangali Island spa (Maldivas)

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Iridium Spa (Tibete)

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Spa Velassaru (Maldivas)

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The Dolder Grand Hotel (Zurique/Suíça)

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Kulm Hotel (São Moritz/Suíça)

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Hayman Spa (Hayman Island/Austrália)

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Six Senses Spa (Jordânia)

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The Spa on the Rocks (Bali/Indonésia)

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Fisco cruza contratos de luz, água e telefone para apanhar rendas ilegais

 O prazo para as empresas de água, luz, gás e telefone fixo começarem a comunicar ao fisco os dados dos contratos foi alargado até novembro, mas a informação terá de refletir todo o ano de 2015. Objetivo: permitir à Autoridade Tributária e Aduaneira cruzar dados e detetar eventuais arrendamentos paralelos. As Finanças enviaram já e-mails aos proprietários para que assinalem as rendas na declaração do IRS que está agora a ser entregue.

Entre a informação que as empresas terão de fazer chegar à Autoridade Tributária inclui-se a data de realização do contrato, a morada e ainda as identificações do cliente e do proprietário deste imóvel. Como estas declarações têm obrigatoriamente de ser comunicadas por via eletrónica, será fácil ao fisco fazer a triangulação dos dados entre quem vive na casa e quem a detém e perceber se existe contrato de arrendamento para aquele imóvel e se há ou não emissão de recibos de renda. Na ausência destes dois últimos elementos, o senhorio será chamado a explicar a situação.

Os arrendamentos clandestinos foram uma das áreas de fragilidade identificadas durante as visitas da troika, cujos técnicos chegaram a estimar que representariam cerca de 50% dos arrendamentos residenciais legais e que ronda os 800 mil. O combate a estas situações tem estado, de então para cá, na mira da administração fiscal, que no ano passado lançou um raide inspetivo aos arrendamentos de curta duração e de férias. Os arrendamentos de casas a estudantes também vão estar em foco. O JN noticiou recentemente que mais de metade dos senhorios que arrendam casas a estudantes não passam recibo.

Do lado da administração fiscal, a obrigatoriedade de as empresas fornecedoras de água, energia e serviço fixo de telefone terem de a cada três meses indicarem em que nome estão os contratos e quem é o dono da casa é mais um reforço no combate à evasão fiscal.

Este ano, por ser o primeiro de aplicação deste regime de comunicação trimestral (a 15 de abril, 15 de julho, 15 de outubro e 15 de dezembro), as empresas têm até novembro para adotar as novas regras mas quando o fizerem terão de reportar “todas as comunicações devidas desde 1 de janeiro de 2015”, sublinhou Paulo Núncio, secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, em declarações ao Dinheiro Vivo.

Os proprietários depositam menos fé nesta nova ferramenta para combater os arrendamentos paralelos. “Quem arrenda sem contratos e sem passar recibos muitas vezes pede até três meses de renda adiantados e mantém os contratos da água e da luz em seu nome”, refere António Frias Marques, presidente da Associação Nacional de Proprietários.

Menezes Leitão, da Associação Lisbonense de Proprietários, diz que há senhorios com casas devolutas, porque não as conseguem arrendar, que têm os contratos em seu nome para evitar penalização no IMI.

Com os contratos e recibos eletrónicos (obrigatórios a partir deste ano) a não declaração de rendas no IRS deixará de ser possível, mas no ano passado o fisco detetou e notificou cerca de 20 mil senhorios que não declararam rendas, apesar de os seus inquilinos as terem reportado nas deduções à coleta. Para minimizar estes casos, o fisco enviou no final de abril e-mails a lembrar a necessidade de declararem rendas de 2014 e que regularizem situações de anos anteriores, evitando “os custos associados ao incumprimento”.

fonte: http://www.dinheirovivo.pt

Construção de casas caiu a pique nos últimos 12 anos

A construção foi um dos setores mais afetados pela crise. Em 2003, há 12 anos, foram construídos em Portugal mais de 92.500 novos fogos, um número que baixou bastante nos últimos tempos: no ano passado, por exemplo, foram apenas edificados 9.000, menos de um décimo.

Segundo o Jornal de Negócios, em 2003, havia quase 883.000 postos de emprego no setor da construção e do imobiliário, um número que baixou cerca de 50% em 2014, ano em que estavam empregadas menos de 495.000 pessoas. Também para cerca de metade caiu o valor bruto da produção da construção: em 2003 somava mais de 19.000 milhões de euros e em 2014 apenas 11.000 milhões.

Depois dos anos do “boom” imobiliário e do foco político no investimento público, a chegada da Troika fez também chegar a austeridade à construção, escreve a publicação. Nesse sentido, vários projetos do Governo de José Sócrates foram metidos na gaveta pelo atual Executivo, sendo que do programa de concessões rodoviárias ainda se concretizaram sete. Mas projetos como a alta velocidade e o novo aeroporto de Lisboa continuaram sem sair do papel.

Ainda no tema obras públicas, em 2003 somaram 2.476 milhões de euros, um número que no ano seguinte aumentou para 3.146 milhões e ainda se manteve próximo dos 3.000 milhões em 2005. Já em 2012 foram apenas promovidas obras públicas de 1,6 mil milhões de euros e em 2014 nem a esse montante se chegou.

A aposta das empresas do setor passou, por isso, pelainternacionalização. Em 2003, o volume de negócios da internacionalização era de apenas 538 milhões de euros, um número que aumentou bastante passados dez anos, para 5.321 milhões de euros.

O cenário parece estar, agora, a mudar de figura. Pela primeira vez depois de 13 anos consecutivos de quebra, o setor acredita que este ano pode crescer entre 1% e 1,5%, escreve a publicação, salientando que a aposta nos mercados exteriores valem um terço da atividade.

fonte: http://www.idealista.pt

Brad Pitt e Angelina Jolie põem à venda mansão de Nova Orleães por 5,8 milhões de euros

Angelina Jolie e Brad Pitt vão vender a mansão que têm em Nova Orleães (EUA) desde 2006 por 6,5 milhões de dólares (5,8 milhões de euros). A casa foi construída na década de 1830 e tem quatro quartos e quatro casas de banho. Dispõe ainda de uma casa de hóspedes.

A mansão de luxo, que o casal comprou por 3,5 milhões de dólares (3,1 milhões de euros), é de estilo senhorial e está decorada, por exemplo, com papel de parede paredes de gesso veneziano e com uma escada em espiral. Dispõe ainda de um elevador, segundo a revista Elle Decor.

 

Este é o património imobiliário de Bill Gates

O fundador da Microsoft ostenta um património imobiliário do maisvariado e valioso. Tem uma mansão em Washington, ranchos, terras de cultivo e participações em hotéis de luxo. Só a sua mansão na capital norte-americana está valorizada em 123 milhões de dólares (cerca de 110 milhões de euros.

Bill Gates é o homem mais rico do planeta, segundo a revista Forbes, que estima a sua fortuna em mais de 79.000 milhões de dólares (cerca de 70.100 milhões de euros), e ostenta uma carteira imobiliária à altura do seu vasto poder aquisitivo.

O fundador de Microsof parece ter um gosto especial por mansões, ranchos e hotéis de luxo. Pelo menos, pelos exemplos que figuram entre a sua vasta lista de propriedades imobiliárias.

Gates possui uma mansão com mais de 6.100 metros quadrados em Medina “Washington) está valorizada atualmente em 123 milhões de dólares (cerca de 110 milhões de euros), ainda que o seu preço de compra tenha sido muito inferior: o multimilionário pagou cerca de dois milhões de dólares no final dos anos 80.

Para se fazer uma ideia do complexo residencial que tem em seu poder, basta conhecer este dado: a sua macro-moradia tem seis cozinhas e um refeitório para 200 pessoas.

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Além da mansão na capital norte-americana, também tem vários ranchos de cavalos. No final do ano passado, por exemplo, comprou 116 hectares perto de San Diego por 18 milhões de dólares para desfrutar de uma herdade de luxo (com pista de corridas incluída), sendo que no ano anterior tinha comprado outra propriedade em Wellington por 8,7 milhões de dólares.

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Não satisfeito com todas estas propriedades, Gates aumentou o seu património com participações destacadas em vários hotéis de luxo. Através da sua empresa de investimentos Cascade, o fundador da Microsoft participa em vários imóveis, como o Charles Hotel em Cambridge (Massachusetts) ou o Ritz-Carlton en San Francisco.

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Além disso é dono da famosa cadeia Four Seasons, que partilha com o princípe saudita Alwaleed Bin Talal.

Por último, no mercado fala-se de que através do seu braço de investimento comprou 4.500 hectares de terras de cultivo no condado de Suwanee (Florida), pelos quais terá desembolsado 28 milhões de dólares.

fonte: http://www.idealista.pt