Vais negociar um novo crédito à habitação? Aqui tens 5 truques para te facilitar a vida

Estás prestes a fechar um novo contrato com o banco para um empréstimo à habitação? Deixamos-te alguns conselhos para te ajudar neste complicado processo, para que consigas as melhores condições e garantas que não vais fazer a tua vida num inferno nas próximas décadas com a compra de casa.

Consulta várias instituições, além do teu banco
Muitos portugueses tendem a privilegiar os bancos onde têm conta à ordem para pedir o seu crédito à habitação. Mas na procura pelo melhor contrato é muito importante ver as várias ofertas no mercado, além do que o próprio banco dá, seja a nível de “spreads”, como em termos das condições que afetam essa margem.

Em vez da casa que queres, pode ser melhor ficares com uma do banco
Muitas vezes, os bancos estão a dar melhores condições de financiamento nos  imóveis que têm em carteira, do que às casas que os clientes gostavam de comprar. Oferecem “spreads” mais baixos do que os dos preçários e crédito para 100% do valor. Nalguns casos pagam as despesas associadas e até dão brindes.

Utiliza as poupanças que tens
Os bancos estão a voltar a dar mais crédito e a reduzir os spreads, mas como diz o ditado, não há almoços grátis. Para se protegerem, e evitarem erros do passado, agora pedem mais garantias e dão uma fatia menor de financiamento face ao valor do imóvel. Assim, poderá ser uma boa altura (até porque os depósitos estão a baixas taxas) para utilizar as poupanças no momento de comprar casa e conseguir condições mais vantajosas.

Taxa fixa ou variável? Decide apenas depois de estudares bem as opções

Quase sempre, os portugueses optam por taxas variáveis, ou seja, as Euribor (seja a três, seis ou 12 meses). Hoje em dia, em valores mínimos devido ao BCE, estas taxas resultam em prestações muito baixas. Mas talvez não seja má ideia pensar numa taxa fixa. Pagas mais agora, mas ficas com a garantia de taxas muito abaixo da média histórica para o futuro, quando as Euribor voltarem a subir. E saberás sempre quanto vai pagar ao final do mês.

Olha para o spread, mas não te esqueças da TAER

O “spread” é um indicador importante no momento de se decidir se um empréstimo é atrativo ou não. Mas cuidado. Muitas vezes, os bancos “exigem” a subscrição de produtos que, nalguns casos, têm custos. Por isso, o melhor será centrar as atenções na Taxa Anual Efetiva Revista – que considera todos os custos associados ao empréstimo.

fonte: www.idealista.pt


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