“Waterworld” em mundo real: assim é a cidade flutuante criada com material reciclado

“Waterworld” chegou a ser o filme mais caro da história, tendo custado qualquer coisa como 200 milhões de dólares (183 milhões de euros). As filmagens da película que tem como protagonista Kevin Costner foram “um inferno”: a cidade flutuante que aparece ao início era um faraónico “cenário” com cerca de mil toneladas que teve de ser reconstruído várias vezes, o que fez disparar o orçamento inicial.

Esta circunstância foi crucial para que o filme fosse considerado umprojeto falido. Ainda assim, parece ter servido de inspiração para o artista norte-americano Swoon nos seus projetos “Swimming Cities of Switchback Sea” e “Swimming Cities of Serenissima”, nos quais várias casas flutuantes formam uma espécie de cidade sobre a água cheia de marinheiros “steampunk”.

Esta espécie de “Waterworld” no mundo real nasceu em 2006, quando Swoon e a sua “Flotilha” com embarcações construídas com materiais reciclados, como móveis, portas ou janelas, navegara, no rio Mississippi.

Em 2008, o artista – radicado em Nova Iorque – fez o mesmo no rio Hudson e um ano depois viajou desde a Eslovénia até Veneza (Itália) para participar na Bienal, deixando atordoados os turistas que testemunharam a sua entrada na cidade dos canais.


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