Os 6 erros básicos que não deves cometer ao arrendar uma casa

 Os 6 erros básicos que não deves cometer ao arrendar uma casa

Setembro é o mês do arrendamento, sobretudo nas cidades universitárias. Milhares de estudantes procuram casa – muitas vezes acompanhados dos seus pais – sem ter o mínimo conhecimento sobre como funciona o arrendamento de uma casa. Aliás, muitos dos problemas que podem (e costumam) surgir entre inquilinos e proprietários podem evitar-se fazendo as coisas bem desde o início.

Muitas vezes cometem-se muitos erros como assinar às vegas, não rever bem o contrato ou aceitar condições inaceitávei. Solucioná-lo bem sempre é fácil nem rápido, pelo que o melhor que podemos fazer é colocar todo o empenho e tentar evitar estas situações. Por isso, mostramos-te as seis gafes mais comuns no momento de arrendar uma casa:

1. – Adiantar dinheiro e/ou assinar um contrato sem ter visitado o imóvel

A primeira coisa é conhecer a casa e comprovar o seu estado. Além do tamanho, número de quartos e localização real, deves comprovar duas coisas importantes: o estado das janelas e o tipo de aquecimento, sobretudo se é numa zona fria. Se não o fazes, podes arrepender-te no inverno.

2. – Não fazer um contrato escrito

Não basta um acordo verbal, porque infelizmente a palavra hoje em dia tem pouco valor. É essencial refletir por escrito o fundamental num contrato de arrendamento e ficar com um original, assinado em todas as páginas. Se é para habitação, assegura-te de que não te fazem um contrato de 11 meses.

3. – Não preparar um inventário de entrada

É importante elaborar um inventário da casa e dos móveis. E se há elementos desgastados (chão, paredes, etc.) faz o registo com fotos.

4. – Aceitar gastos que não te correspondem

Garante que o proprietário no contrato não te cobra impostos e gastos de condomínio. Se o intermediário é uma agência de arrendamento, que fique claro desde o início quem deve suportar os gastos, para evitar surpresas depois.

5. – Entregar uma fiança excessiva

A quantidade que entregues ao senhorio não deveria superar o equivalente a três meses de renda, entre a fiança legal de um mês e as garantias adicionais. Exigir mais faz pouco sentido: e se o fizerem, procura outra casa. Muito importante: conserva o recibo de qualquer pagamento que faças.

6. – Assinar cláusulas prejudiciais da atualização da renda

Há anúncios, inclusivamente de bancos, que oferecem uma renda atrativa… mas que só vale para o primeiro ano. Pede ao senhorio que inclua o sistema legal de atualizaç4ao das rendas conforme a inflação (ainda que o proprietário seja esperto e tu bom pagador, seguramente interessa-lhe não subir a renda para que fiques).


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