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Ronaldo compra apartamento de dois milhões em Lisboa

Cristiano Ronaldo comprou um apartamento de luxo localizado em plena Avenida da Liberdade, uma das zonas mais nobres e concorridas de Lisboa. O imóvel fica localizado no último piso do número 238 (Liberdade 238) e estará disponível no início de 2016. Segundo o Correio da Manhã, está avaliado em mais de dois milhões de euros.

A publicação escreve que o edifício Liberdade 238 é composto por dois edifícios de habitação, interligados entre si, e que o piso térreo estará reservado ao comércio de luxo. A casa do futebolista português do Real Madrid terá um acesso exclusivo pela rua Rodrigues Sampaio (paralela à Avenida da Liberdade) e um elevador privado.

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Portugal é o sétimo país da Europa onde preços das casas mais subiram

O preço das habitações em Portugal subiu 4,9% no terceiro trimestre de 2014, face ao mesmo período de 2013, divulgou esta quarta-feira o Eurostat. Isto significa que foi o sétimo país da União Europeia onde os preços das casas mais subiram entre julho e setembro.

A Irlanda, (+15,0%), Estónia (+13,2%), Letónia e Reino Unido (ambos +11,7%), Suécia (+10,3%) e Lituânia (+10,1%) foram os países da União Europeia onde os preços das casas subiram mais do que em Portugal, de acordo com dados revelados pelo gabinete oficial de estatísticas da União Europeia (UE)

Nos países da UE os preços das casas registaram um aumento médio de 2,3% em termos homólogos, enquanto na Zona Euro a subida foi de 0,5%.

Já na variação em cadeia, comparando o terceiro trimestre com o segundo, o preço das casas recuou uns ligeiros 0,4%.

Uma queda que inverte a tendência de ligeira subida dos preços das habitações que se vinha verificando nesta comparação, segundo escreve a agência Lusa.

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fonte: http://www.idealista.pt

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Inquilinos podem pedir a partir de hoje a revisão do valor do prédio

A partir desta segunda-feira (dia 19), os inquilinos cujas rendas antigas(anteriores a 1990) já tenham sido atualizadas têm 30 dias para reclamarem da avaliação fiscal realizada pelas Finanças aos imóveis. Em causa está a entrada em vigor das primeiras alterações à Lei das Rendas, que permitiu ao arrendatário poder reclamar de incorreções na inscrição matricial.

De acordo com o Jornal de Negócios, trata-se de uma novidade importante porque há situações em que o valor da renda atualizada fica dependente do Valor Patrimonial Tributário (VPT). Ou seja, um erro na definição do mesmo pode tergrande influência no valor da renda.

No caso das atualizações já concluídas, que tenham levado a cessação do contrato, já não há possibilidade de alteração, uma vez que as novas regras só se aplicarão aos contratos ainda em vigor.

Relativamente aos processos de atualização que se iniciarem a partir de hoje, o inquilino poderá sempre reclamar junto do Fisco, devendo avisar o senhorio quando receber a primeira carta de aviso.

Se as Finanças derem razão ao inquilino, este terá direito a ver a renda corrigida, embora com limites: o valor a devolver pelas rendas já pagas não poderá ultrapassar, mensalmente, metade da renda de vida, salvo se houver acordo entre as partes ou se o contrato terminar, escreve a publicação.

Ponto final na declaração anual de rendimentos

Outra das alterações introduzidas na Lei das Rendas, que entrou em vigor em novembro de 2012, é o fim da obrigatoriedade de entrega da declaração anual de rendimentos, por parte de inquilinos com carências financeiras e rendas antigas já atualizadas. Mantém-se apenas nos casos em que o senhorio expressamente o peça. E se o fizer tem de ser em setembro, quando já forem conhecidas as liquidações de IRS com base na qual são passadas as declarações de rendimento anual bruto corrigido (RABC).

O senhorio tem de alargar a informação a fornecer ao inquilino quando lhe comunica que pretende atualizar a renda antiga. Terá, por exemplo, de avisar sobre prazos de resposta e consequências de estes não serem cumpridos.

fonte: www.idealista.pt

Reabilitação: CPCI satisfeita com criação de fundo para dinamizar setor

O presidente da Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI),Reis Campos, disse estar satisfeito com as verbas que o programa da reabilitação urbana poderá ter, mas mostrou-se “apreensivo” com a possibilidade de serem estabelecidos limites às rendas das casas a reabilitar.

Segundo o responsável, os mais de dois milhões de euros que podem ser investidos no setor permitem “alicerçar um programa para desbloquear a reabilitação urbana”. “[É positivo que] o futuro programa de apoio financeiro à reabilitação seja mais abrangente do que o anterior, uma vez que não limita o destino a dar aos prédios reabilitados, que podem agora destinar-se a habitação, comércio ou serviços”, referiu, citado pelo Público.

O líder da CPCI mostrou-se preocupado, no entanto, com uma orientação deixada pelo Governo, que se refere a eventuais limites às rendas. A mesma define que o programa deve contribuir para “a dinamização do mercado de arrendamento e da oferta de casas com rendas acessíveis, promovendo a diversidade etária e social da população residente nos centros urbanos”. Para Reis Campos, não faz sentido fixar limites para as rendas a praticar em imóveis reabilitados com apoios financeiros do programa. Se essas limitações forem introduzidas isso vai desincentivar muitos proprietários a reabilitarem os seus imóveis. “Quanto maior for a oferta de arrendamento maior será o ajustamento nas renda”, defendeu.

fonte: idealista

Casas de Sócrates: amigo tentou criar fundo imobiliário para apagar suspeitas

As casas de José Sócrates continuam na mira da justiça. Agora, as autoridades estão a investigar um fundo de investimento imobiliário destinado exclusivamente aos quatro imóveis que estão sob suspeita de serem de José Sócrates e que estão em nome do amigo empresário Carlos Santos Silva.

O Sol escreve que os três imóveis que a mãe de José Sócrates vendeu a Carlos Santos Silva, bem como o apartamento que este comprou em Paris, em 2012, com dinheiro que se suspeita serem do ex-primeiro-ministro, estavam destinados a um fundo de investimento imobiliário fechado.

O objetivo, segundo fonte próxima da Operação Marquês citada pelo semanário, era apagar o rasto de uma transação futura que culminaria na passagem para o verdadeiro dono – ou seja o ex-primeiro-ministro.

O plano para a ocultação do património começou a ser desenhado em setembro, dois meses depois de ter sido noticiado pela revista Sábado que ambos os arguidos estavam a ser investigados.

Carlos Santos Silva primeiro tentou constituir o fundo no Barclays (onde tem a maioria das suas contas bancárias) e depois no BPI, para onde se mudara o seu gestor bancário. Como nem todos os bancos estão vocacionados para este tipo de operação, acabou por tentar depositar o fundo no Deutsche Bank, que foi alvo de buscas na semana passada.

Os quatro imóveis em causa foram todos comprados com dinheiro retirado da mesma conta no BES de Carlos Santos Silva, que a investigação acusa de ser o testa-de-ferro usado por José Sócrates.

fonte: www.idealista.pt